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terça-feira, 17 de julho de 2018

Marte ou Morte

Marte ou Morte

Morte é descanso, libertação, é o fim dos prantos, lamentos e frustrações.
Morte é o sono eterno, é o fim do inferno.
Morte é o fim das quatro estações, é o término das desilusões.
Morte é o começo do Nada, quando não mais percorremos a inútil estrada.
Morte é o fim da velhice, é a cessação da mesmice.

Se não houver o Nada, gostaria de viver num planeta com o panorama semelhante a Marte, afinal sou uma pessoa a parte.

Marte com atmosfera, seria uma quimera?
Marte, o planeta solidão, longe da multidão.
Marte sem monotonia, só alegria!
Marte, um planeta deserto, sem ninguém por perto.

Entre o deserto, bosques, vegetações, um planeta sem capitalismo, sem patrões.
Ninfas graciosas nos bosques; risonhas e prosas, sem nada pensar, a não ser prazer me dar.
Em Marte, as vaginas das ninfas formosas, cheirariam a rosas.
Em Marte, não existiria o mal; sempre brilharia o sol.
Em Marte, haveria muito espaço, se a morte não me desse um abraço.
A Terra me dá um grande cansaço, me causa asco.

No Planeta Terra, gostaria de ser invisível, ao invés de risível.

Em Marte, seriam infinita as notas musicais, que causariam êxtase, um prazer que a Terra
não trás.

Na internet marciana, eu poderia tudo observar, sem contato humano, sem gente pra me contrariar.

Em Marte, eu não precisaria, não dependeria de ninguém, só sentiria bem.

O menino, que hoje é um velho, que nunca foi adulto, continua pedindo, implorando para o Sr Destino um indulto: Liberte-me da prisão, no Planeta Terra, não quero viver mais não!

Marte ou Morte?
Conto com a sorte.

 Uma das poucas coisas boas da Terra, o conjunto alemão Jane. Na capa, a quietude de Marte.
Este é o primeiro álbum da banda Nymphs, um dos vinis que vendi da minha coleção. Graças à bendita internet, hoje, tenho o disco em mp3.
 Eis a banda Nymphs, cuja a única ninfa, é a cantora/compositora Inger Lorre.





Se em Marte, tivesse ninfas dos tipos destas 6 postadas, eu ficaria muito satisfeito.rs

terça-feira, 10 de julho de 2018

Quem é melhor: Ataulfo Alves, The Mission ou Genival Lacerda?

Ai Que Saudades da Amélia
Ataulfo Alves

Nunca vi fazer tanta exigência
Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Nem vê que eu sou um pobre rapaz
Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo o que você vê, você quer
Ai, meu deus, que saudade da amélia
Aquilo sim é que era mulher
Às vezes passava fome ao meu lado
E achava bonito não ter o que comer
Quando me via contrariado
Dizia: "meu filho, o que se há de fazer!"
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia é que era mulher de verdade.

Amelia (The Mission)

Papai diz "venha e senta-se em meu joelho"
Papai diz "você é a única menina para mim"
Porque Amelia,"você é menina favorita do Papai"
Amelia, "Papai ama sua menina pequena"

Papai vem na obscuridade da noite
Papai diz "não tenha medo, tudo ficará bem"
Amelia, "Papai odeia vê-la chorar"
Amelia, "você é a maçã dos olhos do Papai"

Papai diz "seque tuas lagrimas e me dê um sorriso"
Papai diz que "se você for boa a prende por algum tempo"
Porque Amelia,"você é menina preciosa do Papai"
Amelia, "Papai ama amar sua menina pequena"

"Papai, diz-me Papai
Isto é amor realmente?"

Papai diz "não diga a Mama o que eu lhe fiz"
Papai diz que "se você disser, eu baterei o preto e o azul"
Porque Amelia, "você faz o Papai sentir-se como um homem"
Amelia, "Papai a ama mais do que o mamãe  pode"

"Papai, diz-me, Papai
Como pode você chamar isto de amor?"

Amelia
Amaldiçoa seu Papai ao inferno.

Severina(The Mission)

Ela tem a cabeça nas nuvens
Ela tem as estrelas em seus olhos
Ela está dançando Com um sonho em seu coração
Ela tem o vento em seus cabelos
Criança da lua brilhando forte
Ela está dançando Com um sonho em seu coração

Severina, severina

Ela acredita em anjos
Ela acredita na vontade dos deuses
Ela está dançando Entre a areia mágica
Ela acredita no transe da meia noite
Ela acredita em 'O amor é a lei'
Ela está dançando entre a areia mágica

Severina, severina

Criança estrela
Criança nascida no paraíso
Severina , severina

Ela tem um coração cheio de promessas
Ela tem uma mão em seu coração
Ela está dançando Sob a luz da lua
Ela tem uma cabeça cheia de segredos
Jurada para a fé do 'Amor sob vontade'
Ela está dançando Sob a luz da lua

Severina, severina
Ela é um presente dos deuses Ela está dançando
Severina, severina
Severina.

Severina Xique-Xique
Genival Lacerda

Quem não conhece Severina Xique Xique
Que botou uma boutique para a vida melhorar
Pedro Caroço, filho de Zé Fagamela
Passa o dia na esquina fazendo aceno pra ela

Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!

Antigamente Severina
Coitadinha, era muito pobrezinha
Ninguém quis lhe namorar
Mas hoje em dia só porque tem uma boutique
pensando em lhe dar trambique
Pedro quer lhe paquerar

Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!

A Severina não dá confiança a Pedro
Eu acho que ela tem medo de perder o que arranjou
Pedro Caroço é insistente, não desiste
Na vontade ele persiste, finge que se apaixonou

Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!

Severina, minha filha não vai na onda de Pedro
Olha! Ele só tem interesse em você, sabe por quê?
Porque você tem uma boutique, minha filha!
Agora você querendo um sócio, olha aqui seu Babá
Hahahahai... Passa lá Severina! Lá ta tão bonzinho agora!
Oh meu Deus, tchau!

Quem não conhece severina Xique Xique
Que botou uma boutique para vida melhorar
Pedro Caroço,filho de Zé Fagamela
Fica o dia na esquina fazendo aceno para ela

Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!

Antigamente Severina
Coitadinha,era muito pobrezinha
Ninguém quis lhe namorar
Mas hoje em dia só porque tem uma boutique
Pensando em lhe dar trambique
Pedro quer lhe paquerar

Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!
Ele tá de olho é na boutique dela!

Oh, Severina, como é? Resolve, minha filha!
Se quiser, psiu, passa lá! Hahai
Ai Jesus, olha se tu não vier já tem uma loira!
Dona Graça ta lá! hiheiiehee ai, tchau!





sexta-feira, 29 de junho de 2018

Tenha paciência, você ainda chega lá

Tenha Paciência, Você Ainda Chega Lá

O menino levado hoje é um velho frustrado, mal humorado, constantemente contrariado.
Ele tem sofrido um bocado.
Agora implica com sua velhice; seria criancice?

Está sempre com a cabeça quente; é o descrente dos descrentes.

Maus pensamentos; alma em tormento, carregando uma iria e uma tristeza sem fim, com a morte
na mira, não procura amor, nem amizade, mas insiste em encontrar a morte; quer viver sem maldade, com sossego e paz; ah, ele está querendo demais!

Procure ter paciência, tenha clemência.
O primeiro passo, menino velho, é encontrar, descobrir o que você nunca teve: paciência.

O tempo, de fato, passa depressa; é vero que a vida não mais te interessa, pra ti, ela não presta.
Com a sua idade avançada, a alma dilacerada, não se pode fazer mais nada, a não ser ter paciência, pedindo clemência para o Sr Destino, velho menino, que há muito não fica sorrindo.

Não esquente a cabeça, um dia você ainda chega lá.
Sua hora chegará e encontrará a tão sonhada morte.
Boa sorte!(Roderick Verden)

terça-feira, 19 de junho de 2018

O grande problema de Wooly Curtis

Wooly Curtis era apenas mais um  dos habitantes da Terra.
Vivia seguindo as "leis" do planeta, tendo altos e baixos, com constantes problemas no seu caminho, em busca de dinheiro, para sobreviver.

Ele se casou duas vezes, e há anos vivia só.
Prudente, desconfiado, não quis filhos.  Antes mesmo do aparecimento da Aids, Wooly já usava a camisinha; não fazia sexo sem ela.
Evidentemente, que tal fato desagradava a certas mulheres, que ansiavam serem mães.

Era criticado também por não ter tirado carteira de motorista(ele detestava veículos).

A esperteza, no bom sentido da palavra e a prudência , o acompanharam desde bem jovem.
Ele se aposentou cedo, vindo a morar numa casa afastada da civilização.

Os altos e baixos , os problemas da vida, a corrida em busca de dinheiro, sempre o irritaram.
A partir do momento em  que ele se aposentou e optou pelo isolamento, sua vida melhorou.
Mas, ainda não era o suficiente.  Os problema  e os altos e baixos da vida continuaram a lhe perturbar.

Um dia, num belo dia, é, ele teve um dia maravilhoso.
Pensou: este é apenas mais um bom dia; certamente o amanhã não vai ser legal.
Porém, Wooly Curtis se enganou.  O amanhã foi ótimo também.

E, daí por diante , Wooly passou a ter uma sequência de bons dias, sem problemas, sem os baixos, apenas com os altos.

Apesar do isolamento, ele ainda ficava com mulheres e gostava de frequentar bares.
Antes da sequência de dias bons, ele tinha problemas com as mulheres e nos bares em que frequentava.  Mas, isto acabou.  Só alegria, bebendo, batendo um papo e transando com mulheres.

Contudo, a sequência de dias , meses, só de bem estar, começou a incomodá-lo.
Ele pensava haver alguma coisa errada, já que todo mundo tinha problemas, menos ele.
Começou a temer que tal bem estar poderia se acabar e que o destino estaria para aprontar alguma pra ele.  O medo de morrer cresceu...  Diversos medos apareceram, como o de ser acometido por uma doença grave, de ficar na miséria e de ter  uma série de problemas diversos.

Wooly comentava com algumas pessoas o fato de viver há meses sem ter aborrecimentos; de tudo estar dando certo pra ele.  Praticamente, ninguém acreditava.
Procurou ajuda psiquiátrica, e ficou desconfiado que o psiquiatra, igualmente, não acreditava nele.

O medo do dia de amanhã , só aumentava. Virou ideia fixa dele achar que o destino iria  lhe encher de desgraças, depois de meses radiante de felicidade.
Então, com pavor até da forma em que a vida podia lhe dar a morte, Wooly se matou.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Pessimista sonhador?

Sempre com vontade de desabafar, acabo me repetindo, sendo que a idade ainda ajuda a tal.

Cada vez mais nervoso e descrente.

Ontem, vim até a cidade interiorana, mas não fui na biblioteca.
Estou mesmo enfarado de vir até aqui, embora ainda gostar de interagir , postar no blog e, principalmente, baixar e gravar músicas na internet.
No entanto, de uns tempos pra cá, os downloads de discos estão muito lentos, a passo de tartaruga.
Na última vez que vim aqui, gravar álbuns, não tive sucesso, perdendo muito tempo devido a lentidão dos downloads.  Isso me desanima mais ainda.

Comecei a baixar/gravar músicas na biblioteca, em julho do ano passado.  Durante meses, baixava/gravava na maior facilidade, graças a rapidez dos downloads, mas agora...
Mais uma coisa que começou bem e está terminando mal...

É vero que meu único apego é com minha coleção de discos, com as respectivas aparelhagens.
Apesar da minha paixão pelos discos, eu gostaria de não ter tal apego.

A vontade de sumir, só aumenta.  Ah se eu fosse corajoso!
Cometer o auto-extermínio ou desaparecer, seguindo uma estrada qualquer, só com a roupa do corpo, torcendo imensamente para a coisa mais certa da vida me pegar.

Atualmente, a coisa que mais odeio é o lar em que moro.  Já relatei os motivos, os inconvenientes de morar numa casa sem forro.  Os morcegos costumam sumir, por , no máximo, um mês, mas voltam...
De uns dias pra cá, seguidamente, eles que me colocam pra fora da cama, de madrugada.  Pra que relógio?  Os morcegos são meus despertadores, me despertam com ira, fazendo eu proferir palavrões, irado!

A estrada, onde ando uns quatro quilômetros, para chegar até a cidade interiorana, é um prato e tanto pra quem sente vontade de se matar.  A tentação é grande, mas a coragem é pequeníssima.

Mas, eu, humildemente, sonho com a benevolência do Sr Destino.
Ah, se houvesse um mundo, no qual não teríamos problemas, não precisaríamos de dinheiro... só felicidade, paz, sem monotonia.  Um mundo estável, constante, verdadeiro, com nosso bem estar garantido.
Imaginem, bem, pelo menos eu imagino, um mundo com céus de diversas cores: azul, verde, vermelho, roxo, amarelo... dezenas de luas igualmente de diversas cores.  O clima ameno, um sol que ilumina, mas não queima.  Notas musicais desconhecidas e belas, além das sete que conhecemos.
E, de quebra, mulheres tipo ninfas. Imaginem, comer do bom e do melhor, sem precisarmos defecar.

Bem, há pouco tempo, dependurei, num papelzinho, no meu quarto, a frase de Euripedes, "Minha mãe gerou-ma infeliz; invejo os mortos; amo-os ardentemente; aspiro morar em suas casas".
Acho quase impossível alguém, enquanto eu estiver vivo, ver a frase, já que é raro alguém entrar no meu lar, principalmente no meu quarto.  Mas, se eu morrer, creio que terão certeza que eu não brincava, não dissimulava.
E se eu me jogar na frente de um caminhão, saberão sobre meu real desejo de morrer, e o motorista, se não for frio, ficará mais aliviado.

terça-feira, 29 de maio de 2018

62 anos... Nada a comemorar

Se não me falha a memória, as 18:25, hoje, completo 62 anos de vida.

Mais revoltado, triste, irado, creio ser impossível!
Pra piorar, naquilo onde moro, que chamam de casa, o frio está de lascar!

Meu desinteresse pelas coisas da vida, só aumentaram com o passar do tempo.

Entre algumas coisas que gostei e hoje não gosto, uma delas é gente. Isso mesmo!  Já gostei das pessoas, na infância e mesmo num período da minha lamentável adolescência.

A última vez em que votei foi em 2010.  Não tenho justificado... certamente, meu CPF está cancelado.

Não me vacinei contra a gripe e nem contra a febre amarela.

O primo não apareceu neste último final de semana; talvez nem apareça no feriadão, já que o país em que tive a felicidade de nascer, está a beira do caos,com a greve dos caminhoneiros.

Pretendo ter mais uma conversa a respeito do meu descontentamento na fazenda.  Avisarei a ele que procurarei outro lugar para morar.  Encontrarei?  Quem dera se a resposta fosse sim.

Apesar da cidade interiorana ser bem agradável, tenho ciência da força política existente nela.
Ao tentar sair da fazenda, acredito que me encaminharão para a prefeitura ,para a câmara municipal... e serei franco, como sempre, me declarando,nem apolítico, anti-político!
E locais como asilos e abrigos, me aceitarão?  Se me aceitarem, me adaptarei?

Melhor eu ser mais forte, mais macho, e ter forças para encarar a fome, a falta de moradia, o frio do relento, entre outras coisas ruins.  Na rua, eu morrerei rápido.
Na fazenda do primo, estou morrendo aos poucos, correndo sérios riscos de ter um surto, de enlouquecer de vez.

Mesmo assim, ainda tenho esperança: ganhar um presente, se não for hoje, o mais breve possível, a morte!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

A grandeza da música e a dádiva da morte

"O mundo inteiro é um instrumento musical. O polo do mundo celestial é entrecortado onde esta corda(acorde) celeste(divina) é partilhada pelo sol espiritual.
Música terrestre é o eco desta harmonia cósmica; é uma relíquia do paraíso"(Autor desconhecido).

A frase acima está escrita num álbum do John Lennon, feito junto com a Yoko Ono, "Some Time In New York City".
Evidentemente que a frase me toca muito, afinal, música, pra mim, é a coisa melhor do mundo.

E o mais impressionante de tudo é que tenho tal disco, desde 1973, ano em que foi lançado no Brasil, e só recentemente é que prestei atenção na frase.
Só lembrando que vendi 1238 vinis, em 2014. 54 deles, não coloquei à venda.

Só quando ouço música, meus amados discos de rock, é que lamento que um dia vou morrer...

"Minha mãe gerou-me infeliz.  Invejo os mortos; amo-os intensamente.
Aspiro morar em suas casas".(Eurípedes).

Eurípedes foi um dramaturgo grego, nascido antes de Cristo.
Ele dizia também que o sofrimento é a lei de ferro da natureza.

Da frase , citada acima, só não concordo do fato dele declarar que ama os mortos.  Não chego a tanto, mas que os invejo, isto sim, igualmente, invejo-os bastante.

Minha mãe gerou-me infeliz.  A felicidade na infância é enganosa...
A revolta que tenho sentido , nestes últimos tempos, é tão grande, que quando mais a vida passa, menos gosta daquela que me colocou no mundo.
Meu desespero e a ânsia de deixar este mundo, é grande!
E vivo nele, há 62 anos!

No sábado passado, conversei com o primo, a respeito do meu descontentamento na fazenda.
Não deu pra falar tudo que eu queria, mas deixei claro que não gosto de depender dele, chegando até a afirmar que, quando uma pessoa depende da outra, mesmo que tal pessoa não a humilhe, ela se sente humilhada.  O censurei pelo fato dele , por duas vezes, dizer, ao lhe pedir dinheiro para comprar mantimentos: "outra vez".  Ele falou que não brincará mais assim.

As contrariedades na fazenda continuam a me atormentar:  problema no fogão, privada enguiçada, suposta cachorrinha abandonada querendo que eu a adotasse; a volta dos morcegos; o frio intenso, num lugar que o sol quase não bate na parte da manhã, devido as árvores não deixarem e falta de forro na casa...

Gostaria, ah como gostaria , de sair da fazenda, nunca mais pisar lá; desejaria nunca mais ver meu primo, nem sua esposa, etc...
Enquanto isto não acontece, continuo sonhando com a dádiva da morte e curtindo a grandeza da música.