"O mundo inteiro é um instrumento musical. O polo do mundo celestial é entrecortado onde esta corda(acorde) celeste(divina) é partilhada pelo sol espiritual.
Música terrestre é o eco desta harmonia cósmica; é uma relíquia do paraíso"(Autor desconhecido).
A frase acima está escrita num álbum do John Lennon, feito junto com a Yoko Ono, "Some Time In New York City".
Evidentemente que a frase me toca muito, afinal, música, pra mim, é a coisa melhor do mundo.
E o mais impressionante de tudo é que tenho tal disco, desde 1973, ano em que foi lançado no Brasil, e só recentemente é que prestei atenção na frase.
Só lembrando que vendi 1238 vinis, em 2014. 54 deles, não coloquei à venda.
Só quando ouço música, meus amados discos de rock, é que lamento que um dia vou morrer...
"Minha mãe gerou-me infeliz. Invejo os mortos; amo-os intensamente.
Aspiro morar em suas casas".(Eurípedes).
Eurípedes foi um dramaturgo grego, nascido antes de Cristo.
Ele dizia também que o sofrimento é a lei de ferro da natureza.
Da frase , citada acima, só não concordo do fato dele declarar que ama os mortos. Não chego a tanto, mas que os invejo, isto sim, igualmente, invejo-os bastante.
Minha mãe gerou-me infeliz. A felicidade na infância é enganosa...
A revolta que tenho sentido , nestes últimos tempos, é tão grande, que quando mais a vida passa, menos gosta daquela que me colocou no mundo.
Meu desespero e a ânsia de deixar este mundo, é grande!
E vivo nele, há 62 anos!
No sábado passado, conversei com o primo, a respeito do meu descontentamento na fazenda.
Não deu pra falar tudo que eu queria, mas deixei claro que não gosto de depender dele, chegando até a afirmar que, quando uma pessoa depende da outra, mesmo que tal pessoa não a humilhe, ela se sente humilhada. O censurei pelo fato dele , por duas vezes, dizer, ao lhe pedir dinheiro para comprar mantimentos: "outra vez". Ele falou que não brincará mais assim.
As contrariedades na fazenda continuam a me atormentar: problema no fogão, privada enguiçada, suposta cachorrinha abandonada querendo que eu a adotasse; a volta dos morcegos; o frio intenso, num lugar que o sol quase não bate na parte da manhã, devido as árvores não deixarem e falta de forro na casa...
Gostaria, ah como gostaria , de sair da fazenda, nunca mais pisar lá; desejaria nunca mais ver meu primo, nem sua esposa, etc...
Enquanto isto não acontece, continuo sonhando com a dádiva da morte e curtindo a grandeza da música.
Música terrestre é o eco desta harmonia cósmica; é uma relíquia do paraíso"(Autor desconhecido).
A frase acima está escrita num álbum do John Lennon, feito junto com a Yoko Ono, "Some Time In New York City".
Evidentemente que a frase me toca muito, afinal, música, pra mim, é a coisa melhor do mundo.
E o mais impressionante de tudo é que tenho tal disco, desde 1973, ano em que foi lançado no Brasil, e só recentemente é que prestei atenção na frase.
Só lembrando que vendi 1238 vinis, em 2014. 54 deles, não coloquei à venda.
Só quando ouço música, meus amados discos de rock, é que lamento que um dia vou morrer...
"Minha mãe gerou-me infeliz. Invejo os mortos; amo-os intensamente.
Aspiro morar em suas casas".(Eurípedes).
Eurípedes foi um dramaturgo grego, nascido antes de Cristo.
Ele dizia também que o sofrimento é a lei de ferro da natureza.
Da frase , citada acima, só não concordo do fato dele declarar que ama os mortos. Não chego a tanto, mas que os invejo, isto sim, igualmente, invejo-os bastante.
Minha mãe gerou-me infeliz. A felicidade na infância é enganosa...
A revolta que tenho sentido , nestes últimos tempos, é tão grande, que quando mais a vida passa, menos gosta daquela que me colocou no mundo.
Meu desespero e a ânsia de deixar este mundo, é grande!
E vivo nele, há 62 anos!
No sábado passado, conversei com o primo, a respeito do meu descontentamento na fazenda.
Não deu pra falar tudo que eu queria, mas deixei claro que não gosto de depender dele, chegando até a afirmar que, quando uma pessoa depende da outra, mesmo que tal pessoa não a humilhe, ela se sente humilhada. O censurei pelo fato dele , por duas vezes, dizer, ao lhe pedir dinheiro para comprar mantimentos: "outra vez". Ele falou que não brincará mais assim.
As contrariedades na fazenda continuam a me atormentar: problema no fogão, privada enguiçada, suposta cachorrinha abandonada querendo que eu a adotasse; a volta dos morcegos; o frio intenso, num lugar que o sol quase não bate na parte da manhã, devido as árvores não deixarem e falta de forro na casa...
Gostaria, ah como gostaria , de sair da fazenda, nunca mais pisar lá; desejaria nunca mais ver meu primo, nem sua esposa, etc...
Enquanto isto não acontece, continuo sonhando com a dádiva da morte e curtindo a grandeza da música.
