Por (mais) uma coincidência, agora, há pouco, quando eu esperava a abertura da biblioteca, o primo passou de carro, com a sua esposa, chegando a me convidar para almoçar... Não aceitei o convite, claro. Lhe avisei que precisava de conversar com ele, que perguntou se algo estava me aborrecendo. Minha resposta: "Amanhã a gente conversa.".
E o caseiro, mais uma vez, falou comigo que irá pedir demissão...
O subalterno e o primo que vive de favor, ambos querendo irem embora...
O primo tem mania de enrolar a gente, como vive enrolando o caseiro. Portanto, pode ser que não conversaremos nesta semana. Não dá para saber, caso conversarmos, qual seria sua reação. De repente, já enfarado das minhas reclamações, ele poderia aceitar de pronto a minha partida da fazenda.
Duvido, caso ele me convença de ficar na sua propriedade, que suas atitudes possam mudar, ainda mais no tocante às infelizes brincadeiras. Brincadeiras de mau gosto são como uma doença, das incuráveis.
Na próxima semana, pretendo ir até um asilo da cidade, explicando minha (incômoda) situação.
Contudo, acho pouquíssimo provável, mesmo havendo vaga, de eu ser aceito no asilo, devido a minha não convencional personalidade. Pretendo revelar como sou, o que gosto, o que não gosto; coisas sempre escritas no meu blog. O asilo é religioso; eu sou ateu...
Duvido, se eu for aceito, dar certo minha permanência no recinto.
Todos sabem que num asilo há regras, que os quartos são coletivos, que não há bebida alcoólica, que costuma a haver festinhas, não daria para escutar meus discos...
Por incrível que pareça, seria melhor morar na rua, com todos incômodos que isto traz.
Também não me adaptaria. Mas, estou disposto.
Espero ter sorte de arrumar um comodo, em que eu possa deixar minhas coisas, incluindo meus amados discos e os sons.
Posso até morrer de hipotermia, o que não é nada agradável, contudo melhor morrer rapidamente do que morrer aos poucos, como estou morrendo na fazenda do primo.
NOTA: Não sei ao certo se volta a postar, na próxima semana. Ainda estou enfarado de frequentar a biblioteca. Postei hoje, simplesmente, pelo fato inusitado.
E o caseiro, mais uma vez, falou comigo que irá pedir demissão...
O subalterno e o primo que vive de favor, ambos querendo irem embora...
O primo tem mania de enrolar a gente, como vive enrolando o caseiro. Portanto, pode ser que não conversaremos nesta semana. Não dá para saber, caso conversarmos, qual seria sua reação. De repente, já enfarado das minhas reclamações, ele poderia aceitar de pronto a minha partida da fazenda.
Duvido, caso ele me convença de ficar na sua propriedade, que suas atitudes possam mudar, ainda mais no tocante às infelizes brincadeiras. Brincadeiras de mau gosto são como uma doença, das incuráveis.
Na próxima semana, pretendo ir até um asilo da cidade, explicando minha (incômoda) situação.
Contudo, acho pouquíssimo provável, mesmo havendo vaga, de eu ser aceito no asilo, devido a minha não convencional personalidade. Pretendo revelar como sou, o que gosto, o que não gosto; coisas sempre escritas no meu blog. O asilo é religioso; eu sou ateu...
Duvido, se eu for aceito, dar certo minha permanência no recinto.
Todos sabem que num asilo há regras, que os quartos são coletivos, que não há bebida alcoólica, que costuma a haver festinhas, não daria para escutar meus discos...
Por incrível que pareça, seria melhor morar na rua, com todos incômodos que isto traz.
Também não me adaptaria. Mas, estou disposto.
Espero ter sorte de arrumar um comodo, em que eu possa deixar minhas coisas, incluindo meus amados discos e os sons.
Posso até morrer de hipotermia, o que não é nada agradável, contudo melhor morrer rapidamente do que morrer aos poucos, como estou morrendo na fazenda do primo.
NOTA: Não sei ao certo se volta a postar, na próxima semana. Ainda estou enfarado de frequentar a biblioteca. Postei hoje, simplesmente, pelo fato inusitado.